Dúvidas frequentes

FAQ

Objeções comerciais sobre comprar com a TrackFY e dúvidas técnicas de LiDAR, SLAM e GNSS/INS.

TrackFY — compra, garantia e suporte

Compra e condições comerciais

Quem vende os equipamentos GEOSUN no Brasil?

A TrackFY é a distribuidora oficial autorizada da GEOSUN (Wuhan Geosun Navigation Technology Co., Ltd.) no Brasil. Todo equipamento é novo, original de fábrica, nacionalizado e com garantia registrada em nome do cliente.

Vocês emitem nota fiscal brasileira?

Sim. A venda é faturada pela TrackFY com nota fiscal brasileira. Importação, tributos e desembaraço já são conduzidos por nós — você recebe o equipamento pronto para uso e para registro no ativo imobilizado da empresa.

É possível parcelar, pagar por boleto ou faturar?

Sim. Trabalhamos com parcelamento no cartão, boleto e faturamento para empresas. Para órgãos públicos atendemos por empenho, dispensa e licitação (documentação e atestados sob consulta).

Vocês atendem licitações e órgãos públicos?

Sim. Fornecemos proposta técnica formal, catálogos, certificados do fabricante e declarações de exclusividade/distribuição quando aplicável, além de suporte na elaboração do termo de referência técnico.

Por que comprar pela TrackFY e não importar direto?

Comprando no Brasil você elimina risco cambial e de desembaraço, recebe nota fiscal, garantia acionável localmente, manutenção credenciada em território nacional, treinamento em português e suporte técnico vitalício — geralmente com prazo de entrega muito menor.

Os preços são publicados no site?

Não. Os valores são apresentados sob consulta porque dependem de configuração (scanner, POS, câmera, softwares), acessórios, prazo e condição de pagamento. Solicite orçamento e recebemos sua proposta com escopo fechado.

Estoque, prazo e entrega

Existe estoque no Brasil?

Sim. Mantemos os modelos de maior giro (SLAM handheld e payloads UAV survey-grade) em estoque nacional. Configurações específicas são programadas com prazo informado na proposta.

Vocês entregam em todo o território nacional?

Sim, entregamos em todo o Brasil com transporte segurado e rastreável. Também é possível retirada agendada.

O que vem na caixa?

Cada modelo tem sua composição — normalmente sensor LiDAR, POS GNSS/INS, câmera(s), baterias, cabos, maleta de transporte, licenças de software de trajetória e de nuvem de pontos, além do certificado de calibração de fábrica. A lista exata consta na página do produto e na proposta.

Garantia e manutenção

Qual é o prazo de garantia?

Garantia oficial de fábrica de 12 meses contra defeitos de fabricação, com atendimento de primeiro nível pela TrackFY no Brasil — sem necessidade de acionar o fabricante no exterior.

Como funciona a manutenção?

A manutenção é feita por assistência credenciada em território nacional: diagnóstico, atualização de firmware, calibração e reparo, com peças de reposição. O cliente não precisa abrir processo de importação nem enviar o equipamento ao exterior.

O que a garantia não cobre?

Danos por queda, imersão, sobretensão, transporte inadequado, violação do lacre, uso fora das especificações do manual e desgaste natural de itens consumíveis (baterias, cabos, acessórios). Nesses casos emitimos orçamento de reparo.

É necessário calibrar periodicamente?

Recomendamos verificação anual de calibração (boresight LiDAR/IMU e alinhamento de câmera) para manter a precisão declarada, especialmente em uso intensivo, embarque/desembarque frequente ou após impacto.

Existe equipamento reserva durante o reparo?

Sob consulta. Para clientes com contrato de operação crítica avaliamos unidade de backup ou locação temporária durante a manutenção.

Treinamento e suporte pós-venda

O treinamento está incluso?

Sim. Toda aquisição inclui treinamento de coleta em campo e de pós-processamento (trajetória, colorização, classificação, exportação), presencial ou remoto, com material em português.

Existe suporte técnico após a compra?

Sim, suporte técnico vitalício em português para dúvidas de uso, coleta e pós-processamento — por WhatsApp, e-mail ou reunião remota, sem custo adicional.

Vocês ajudam a validar o primeiro projeto?

Sim. Acompanhamos o primeiro levantamento e a primeira rodada de processamento, revisando parâmetros de voo/caminhamento, qualidade da trajetória e fechamento da nuvem antes da entrega ao seu cliente final.

É possível fazer uma demonstração antes de comprar?

Sim. Realizamos demonstração remota com dados reais e, conforme agenda e região, demonstração presencial em área do cliente.

Vocês prestam serviço de levantamento e processamento?

Sob consulta. Atendemos projetos pontuais e apoio em processamento para clientes que estão em fase de capacitação da equipe.

Dúvidas técnicas — LiDAR, SLAM e GNSS/INS

Fundamentos de LiDAR

O que é LiDAR e para que serve?

LiDAR (Light Detection and Ranging) emite pulsos laser e mede o tempo de retorno para calcular distâncias, gerando nuvens de pontos 3D. É usado em topografia, mapeamento aéreo, mobile mapping, inspeção de linhas de transmissão, mineração, florestas, patrimônio e digital twin.

Qual a diferença entre precisão e acurácia na nuvem de pontos?

Precisão (repetibilidade) é a dispersão dos pontos medidos sobre a mesma superfície; acurácia é a proximidade do valor medido em relação à coordenada verdadeira. Um sistema pode ser preciso e ainda assim inacurado se a trajetória GNSS/INS ou o boresight estiverem mal resolvidos.

O que são múltiplos retornos e por que importam?

Um único pulso pode retornar em várias superfícies (folhas, galhos, solo). Sensores com múltiplos retornos permitem separar vegetação de terreno, gerando MDT sob cobertura vegetal — essencial em florestas, faixas de servidão e áreas rurais.

Quantos pontos por metro quadrado eu preciso?

Depende da entrega. Topografia rural e MDT geralmente ficam entre 20–80 pts/m²; cadastro urbano e engenharia entre 100–400 pts/m²; BIM, patrimônio e as-built industrial pedem densidade centimétrica (milhares de pts/m²). A densidade é controlada por altura/velocidade de voo, sobreposição e taxa de pontos do scanner.

LiDAR substitui fotogrametria?

Não: são complementares. LiDAR penetra vegetação, opera com pouca luz e entrega geometria confiável; a fotogrametria entrega textura e ortofoto. Os sistemas GEOSUN integram câmera RGB para colorir a nuvem e permitir os dois produtos no mesmo voo.

SLAM e escaneamento sem GNSS

O que é SLAM e quando devo usar?

SLAM (Simultaneous Localization and Mapping) estima a posição do sensor a partir do próprio ambiente, dispensando GNSS. É a tecnologia indicada para interiores, túneis, galerias subterrâneas, subestações, plantas industriais, escadarias e áreas urbanas densas com obstrução de sinal.

Qual a diferença entre LiDAR aerotransportado e SLAM?

O aerotransportado georreferencia cada ponto pela trajetória GNSS/INS (PPK/RTK). O SLAM constrói a trajetória por casamento de nuvens (scan matching) e IMU, e pode ser georreferenciado depois com pontos de controle, âncoras ou fusão RTK/PPK.

O que é deriva (drift) no SLAM e como reduzir?

Deriva é o acúmulo de erro ao longo do caminhamento, típico em corredores longos, túneis retos e ambientes com pouca variação geométrica. Reduz-se fechando laços (loop closure) no percurso, mantendo velocidade constante, evitando movimentos bruscos, e usando âncoras/pontos de controle ou fusão PPK para amarrar a trajetória.

O que é RTK+SLAM e PPK+SLAM?

São modos híbridos: o SLAM garante continuidade onde não há sinal e o GNSS (corrigido em tempo real por RTK ou em pós-processamento por PPK) amarra a trajetória a coordenadas absolutas. É o fluxo recomendado quando você precisa entregar produto georreferenciado em sistema oficial (SIRGAS 2000 / UTM).

Como escanear com qualidade em ambiente confinado?

Caminhe em velocidade de passeio (≈1 m/s), mantenha o sensor estável e a superfície de referência visível, cubra as duas direções do corredor, feche o laço voltando ao ponto inicial e faça pausas curtas nas mudanças de nível. Evite iniciar a coleta em frente a superfícies planas e vazias.

SLAM funciona com chuva, poeira ou fumaça?

Partículas em suspensão geram retornos espúrios e podem degradar o casamento de nuvens. Poeira leve e névoa são toleráveis com filtragem no pós-processamento; chuva intensa, fumaça densa e vapor comprometem a coleta e devem ser evitados.

Posso usar o mesmo equipamento handheld, em mochila, no drone e no veículo?

Sim nos modelos de integração céu-terra (por exemplo GS-130G e GS-200G): o mesmo sensor é acoplado a suporte handheld, mochila, UAV, veículo ou robô, mudando apenas o perfil de aquisição e o modo de processamento.

GNSS/INS e trajetória

Os equipamentos suportam RBMC e serviços NTRIP?

Sim. As soluções GNSS e as trajetórias GNSS/INS aceitam base própria, estações RBMC/IBGE e provedores NTRIP compatíveis (dependendo do modelo e do plano de correção contratado).

Preciso de base própria ou posso usar RTK por internet?

Ambos funcionam. Base própria é mais robusta em áreas sem cobertura de dados e reduz a linha-base; RTK por NTRIP é mais rápido de operar em áreas urbanas. Para máxima confiabilidade em aerolevantamento, o padrão é PPK com base local e pós-processamento da trajetória.

Qual a diferença entre RTK e PPK?

RTK corrige a posição em tempo real via link de dados; PPK corrige depois, combinando os dados brutos do receptor com os da base. PPK é preferido em LiDAR aéreo porque não depende de link estável e permite processamento direto e reverso, reduzindo lacunas.

O que é boresight e por que a calibração importa?

Boresight são os ângulos e deslocamentos entre o LiDAR, a IMU e a câmera. Um erro de décimos de grau se transforma em decímetros de erro no solo. A calibração de fábrica é fornecida com o equipamento e deve ser reverificada periodicamente e após impacto.

Quanto tempo de inicialização estática a IMU precisa?

Como regra prática, 3–5 minutos de estático antes e depois da coleta, além de manobras de alinhamento no início do voo/percurso. Isso melhora significativamente a estimativa de atitude e reduz erro planimétrico e altimétrico.

Em que sistema de referência posso entregar o produto?

A trajetória pode ser processada e a nuvem transformada para SIRGAS 2000 / UTM ou outros sistemas e projeções, com aplicação de modelo geoidal (MAPGEO) para conversão de altitude elipsoidal em ortométrica.

Processamento e pós-processamento

Qual é o fluxo completo de pós-processamento?

1) Processar a trajetória GNSS/INS (PPK) com dados da base; 2) gerar a nuvem de pontos aplicando trajetória e boresight; 3) colorizar com as imagens RGB; 4) ajustar faixas/passadas (strip adjustment) e controlar por pontos de checagem; 5) filtrar ruído; 6) classificar (solo, vegetação, edificação, cabos); 7) gerar MDT/MDS, curvas de nível e seções; 8) exportar.

Quais softwares acompanham o equipamento?

O fluxo GEOSUN cobre processamento de trajetória e o pacote de nuvem de pontos (PCC/PCA e utilitários), incluindo colorização, filtragem, classificação, malha 3D simplificada, geração de MDT/MDS e exportação em formatos padrão de mercado.

Em quais formatos posso exportar?

Formatos padrão de nuvem (LAS/LAZ, PLY, E57 conforme módulo), imagens e panorâmicas, malhas e produtos derivados (MDT/MDS em raster, curvas de nível e vetores) para uso em CAD, GIS e plataformas BIM.

A nuvem é compatível com CloudCompare, TerraSolid, Global Mapper, Civil 3D e Revit?

Sim, via LAS/LAZ e produtos derivados. A nuvem colorida e classificada é lida diretamente por CloudCompare, Global Mapper, QGIS/ArcGIS, Civil 3D, Recap/Revit e demais soluções que aceitam LAS/E57.

Que computador eu preciso para processar?

Recomendação prática: CPU de 8 núcleos ou mais, 32–64 GB de RAM (64 GB+ para projetos grandes), GPU dedicada com 6 GB+ e SSD NVMe com espaço equivalente a 3–5× o tamanho dos dados brutos. Projetos de mobile mapping com panorâmica exigem o teto dessa faixa.

Quanto dado uma coleta gera?

Depende da taxa de pontos e do tempo. Como ordem de grandeza: SLAM handheld gera poucos GB por hora; LiDAR UAV survey-grade, algumas dezenas de GB por dia de voo; mobile mapping com LiDAR duplo e panorâmica pode chegar a centenas de GB por dia — por isso o storage removível de alta capacidade.

Como faço o controle de qualidade da entrega?

Use pontos de checagem independentes (GNSS RTK ou nível) fora dos pontos de controle usados no ajuste, verifique diferença entre passadas sobrepostas, avalie o resíduo do ajuste de faixas e documente RMSE planimétrico e altimétrico no relatório técnico do projeto.

É possível colorir a nuvem gerada por SLAM?

Sim. As câmeras integradas permitem colorização da nuvem SLAM, gerando produto visualmente interpretável para apresentação, inspeção e modelagem BIM.

Operação em campo e regulamentação

Em quais drones os payloads são instalados?

Os payloads gAirHawk são projetados para multirrotores e VTOL de porte profissional, com versões plug-and-play para DJI PSDK e versões com montagem universal. Confirmamos a compatibilidade da sua aeronave na proposta.

Que autorizações preciso para voar no Brasil?

Operações profissionais com drone exigem cadastro da aeronave (SISANT/ANAC), habilitação do piloto conforme a categoria, autorização de espaço aéreo (SARPAS/DECEA) e homologação de radiofrequência aplicável. A responsabilidade regulatória é do operador; orientamos o cliente no processo.

Qual altura e velocidade de voo usar?

É um compromisso entre densidade e alcance útil. Em payloads de 150 m de alcance, voos de 80–120 m AGL com 6–10 m/s e 50% de sobreposição lateral atendem à maioria dos levantamentos topográficos; reduza altura e velocidade quando precisar de mais densidade ou penetração em vegetação densa.

O sistema opera à noite?

O LiDAR é ativo e independe de luz solar, portanto coleta geometria à noite. Apenas a colorização RGB depende de iluminação — sem luz suficiente, a nuvem sai por intensidade em vez de cor real.

O laser é seguro para os olhos?

Os scanners utilizados são de classe segura para operação profissional conforme especificação do fabricante do sensor. Mesmo assim, siga o manual: não observe a abertura óptica de perto e não aponte para pessoas em distâncias curtas.

Qual a autonomia de bateria?

Varia por modelo e configuração; sistemas handheld operam tipicamente por algumas horas com baterias trocáveis a quente, e payloads UAV são limitados pela autonomia da aeronave. Os valores exatos constam na especificação de cada produto.

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